MOÇAMBICANOS, NÃO DEIXEM QUE O BARULHO POLÍTICO VOS ROUBE A CAPACIDADE DE PENSAR

O vídeo de Salomão Carlitos, no programa “Antena do Povo”, levanta uma questão que merece ser discutida com seriedade: quem está realmente a trabalhar pelo povo e quem está apenas a disputar espaço, influência e benefícios dentro da política?

Independentemente de concordarmos ou não com a linguagem usada pelo apresentador, existe uma pergunta que todos nós, moçambicanos, devemos fazer:

Enquanto alguns discutem política nas redes sociais, como vivem aqueles que estão nas salas de aula sem carteiras, sem condições e sem os meios básicos para estudar?

Enquanto uns exibem hotéis, viagens, carros e uma vida confortável, milhões de moçambicanos continuam preocupados com emprego, alimentação, educação, saúde e segurança.

Não acredite cegamente em nenhum lado

Mas atenção: não devemos acreditar cegamente em nenhum lado. Nem no político, nem no comentador, nem no influenciador, nem sequer em quem faz denúncias contra eles.

Devemos perguntar:

👉 Quem apresenta provas?
👉 Quem explica de onde vêm os recursos?
👉 Quem realmente defende os interesses do cidadão?
👉 Quem aparece apenas quando precisa do povo?
👉 Quem trabalha quando as câmaras estão desligadas?

O cidadão deve fiscalizar

Moçambique não precisa de cidadãos apaixonados por políticos. Precisa de cidadãos atentos aos políticos.

Não importa se alguém veste vermelho, azul, verde ou qualquer outra cor. O que importa é o resultado do seu trabalho e a sua responsabilidade perante o povo.

Não deixemos que insultos, propaganda, vídeos virais ou discursos emocionais decidam aquilo em que devemos acreditar.

O povo deve investigar, questionar, comparar e exigir provas.

O futuro pertence ao povo

Porque, no fim das contas, a política passa, mas as consequências das decisões políticas ficam na vida do povo.

Moçambicano, não seja apenas espectador da política. Seja fiscal do seu próprio futuro.

Não entregue a sua consciência a nenhum partido, político ou comentador.

Pense. Questione. Verifique. Exija.

Moçambique é nosso. O futuro também.


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